MARINGÁ – Paraná

Fazendo um tour pelo sul do país, passei na cidade de Maringá, no Paraná, ficando lá por três dias, e só posso dizer que foi uma estadia agradável. Primeiramente, dei a sorte de hospedar-me no Hotel Deville, um quatro estrelas com louvor, que fica a poucos metros da Catedral de Maringá, um dos principais pontos turísticos da cidade, e não é só uma igrejinha qualquer, mas uma verdadeira obra de arte rodeada por uma belíssima praça, onde as famílias levam suas crianças para brincarem, com muita gente fazendo ginástica ao ar livre, grupos em torno de um violão, entre outras atividades, inclusive à noite, pois o local tem uma iluminação digna dos melhores estádios de futebol.

Tem também o Parque do Japão, local muito bem cuidado, com um belíssimo lago com carpas, construções típicas, jardins imponentes, cerejeiras, bonsais, além de um silêncio agradável, onde você pode visitar todos os dias do ano, pelo resto de sua vida, pois é totalmente de graça.

E tem ainda o Parque do Ingá, onde é possível fazer boas caminhadas e respirar um ar “verde”, com um belo lago e seus pedalinhos ou barcos que podem ser alugados, ou então basta você ficar sentado em um dos bancos à margem, num agradável silêncio, pensando em nada.

Todas as cidades do Brasil deveriam ter, obrigatoriamente, atrações como essas.

De acordo com o último censo, Maringá possui aproximadamente 410 mil habitantes, e sua economia é baseada na Indústria Metalmecânica e no Agronegócio, apresentando um dos maiores IDH’s do país.

A cidade fica a pouco mais de 420 quilômetros de Curitiba, 414 quilômetros de Foz do Iguaçu e a menos de 100 quilômetros de Londrina. Para quem vai de carro, é uma boa oportunidade para ver a impressionante produção agrícola da região, ao longo das estradas, sendo difícil encontrar uma mínima porção improdutiva. Nem parece que essa cidade pertence ao Brasil.

O problema é que, por conta dessas propagandas positivas, tem muita gente se mudando para lá, e os preços dos imóveis, dos restaurantes e dos produtos nos supermercados começam a subir. Mas ainda vale a pena, mesmo que for só para visitar.

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