Eu não tenho paciência com gente burra. Desculpem-me, podem falar que é arrogância, e talvez seja, mas a minha tolerância é zero com pessoas que não entendem ou demoram a entender as coisas. Você conta uma piada e ela pede para explicar. Se você diz que “prefiro morrer a ter que trabalhar neste lugar”, a pessoa não percebe que é um exagero e diz que “você ainda é muito novo e precisa pensar na esposa e nos filhos”. E lhe dá um livro de autoajuda de presente.
O problema é que, no Brasil, a maioria do povo é burro. Maldade falar assim do bicho, que entende mais comandos do que muitos brasileiros. Foi feito um estudo que concluiu que o QI médio do brasileiro é 83, inferior a algumas espécies de macacos, que podem chegar a 90. Não devia ser permitido que esses elementos votassem. Eles são responsáveis pela eleição de políticos que mal conseguem ler e escrever, mas sabem roubar.
Podem argumentar que a burrice é causada pela subnutrição na gestação e na fase de desenvolvimento da criança, o que afeta severamente o desenvolvimento do cérebro. É possível que seja verdade. Mas se fosse fator determinante, os judeus não seriam um povo tão desenvolvido, considerando as sérias privações que passaram na Segunda Grande Guerra. Ou os indianos, com séculos de dificuldades, que hoje formam os maiores gênios da tecnologia.
Desconfio que, no nosso caso, tenha sido resultado de experiências genéticas realizadas secretamente, quando foram misturados genes de burros, antas, toupeiras, sindicalistas e ativistas de movimentos estudantis, criando alguns protótipos que foram inseridos na sociedade, sendo que uma chegou a Presidenta e outra a Primeira-Dama.
Acho que também fiz parte dessa experiência, ou não perderia o meu tempo escrevendo textos para esta revista que ninguém lê.
Michel Salomão