Piadas mais que idiotas… mas nem tanto!

O paradoxo do homem prático:

Um homem chega a uma velha biblioteca municipal e pergunta ao bibliotecário: “Vocês têm aquele livro famoso sobre como resolver 50% dos problemas da vida?”. O bibliotecário, ajeitando os óculos, responde: “Sim, temos a primeira parte aqui na estante de psicologia”. O homem, intrigado, indaga: “E onde fica a segunda parte?”. O bibliotecário suspira e diz: “Na seção de ficção científica, porque a primeira metade já é milagre suficiente”.

O dilema do pensador moderno:

Dois intelectuais conversavam em um café de calçada sobre a complexidade da burocracia contemporânea. Um deles vira-se para o outro e filosofa: “Sabe qual é a verdadeira definição de tragédia em três atos? Primeiro, criam um formulário para resolver um problema simples. Segundo, exigem três vias autenticadas em cartórios distantes. Terceiro, o funcionário que carimbava o papel se aposenta na véspera da assinatura”. O colega reflete por um instante e emenda: “E a comédia?”. “A comédia é que a gente descobre que o problema original nunca existiu”.

A confissão do algoritmo:

Num futuro não muito distante, uma inteligência artificial superpotente foi finalmente ativada com a missão estrita de calcular o sentido exato da existência humana. Após dias de processamento intenso, luzes piscando e ventoinhas rugindo, a máquina projeta na tela um único provérbio: “O ser humano é a única criatura que tropeça na própria sombra, levanta-se com elegância, culpa o chão, escreve um tratado sobre gravidade e, logo em seguida, decide correr descalça no escuro de novo”. O cientista-chefe, olhando para o monitor, vira-se para a equipe e murmura: “Alguém desligue o servidor, a máquina aprendeu ironia fina demais”.

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