Piadas mais que idiotas

1. A Caligrafia Incrível

Um paciente sai da consulta com a receita médica na mão. Passa na farmácia, mas o farmacêutico não consegue entender nada do que está escrito. O farmacêutico diz:

— Olha, o senhor me desculpe, mas a letra do doutor está impossível. Leve ao banco do outro lado da rua, talvez o caixa entenda.

O homem vai ao banco e entrega o papel no caixa. O bancário olha a receita por alguns segundos, abre a gaveta, conta e entrega R$ 500,00 para o homem, dizendo:

— Prontinho, senhor. O seu cheque foi compensado com sucesso!

2. Diagnóstico Direto

O paciente entra aflito no consultório e diz:

— Doutor, doutor! Eu me sinto muito mal… Eu me toco na cabeça e dói, me toco no peito e dói, me toco na perna e dói! O que eu tenho?

O médico olha atentamente, examina o paciente de cima a baixo e responde:

— O seu diagnóstico é simples: o seu dedo está quebrado!

3. As Duas Notícias

O médico entra na sala do paciente internado com um olhar sério e diz:

— Tenho duas notícias para lhe dar: uma boa e uma ruim.

— Diga primeiro a ruim, doutor! — pede o paciente, apreensivo.

— A notícia ruim é que o senhor tem apenas 24 horas de vida.

— Meu Deus! Que horrível! E qual é a notícia boa?!

— É que eu me esqueci de te avisar ontem!

4. O Amante Previdente

Um sujeito vai ao médico fazer um check-up geral. Depois de vários exames, o médico diz:

— Tenho uma notícia difícil. O senhor tem uma doença rara e só lhe restam seis meses de vida.

O homem entra em pânico:

— Doutor, é terrível! Não há nada que eu possa fazer? Nenhum tratamento inovador?

O médico pensa um pouco e sugere:

— Bem… o senhor poderia se casar com uma mulher muito chata e ir morar em um vilarejo bem isolado no interior.

— E isso vai me fazer viver mais tempo, doutor?

— Não, mas os seis meses vão parecer uma eternidade!

5. Questão de Memória

Dois idosos estão conversando na praça:

— Fui a um médico excelente semana passada! Ele me deu um tratamento de memória fantástico.

— Que ótimo! Qual é o nome do médico?

O idoso para, pensa, coça a cabeça e pergunta:

— Como é mesmo o nome daquela flor vermelha, bonita, com espinhos no caule?

— Rosa?

— Isso, exatamente! — Então ele se vira para a esposa no banco ao lado:

— Rosa, qual é mesmo o nome daquele doutor?

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