O assunto é muito complexo para se tratar em um artigo de uma revista que ninguém tem paciência de ler. Além do mais, não há ainda uma explicação lógica para esses fenômenos que vêm sendo observados há décadas, talvez séculos, antes mesmo dos tempos das pirâmides, com visões de objetos voadores luminosos, conduzidos por seres cabeçudos de olhos enormes, e tudo o que se tem falado até então não passam de suposições, de provas questionáveis ou de relatos que envolvem muita imaginação e, não raras vezes, vigarice.
Contudo, a Terra não seria o único planeta habitado do universo. Podem haver centenas, milhares de outros, nesta ou em longínquas galáxias, e as formas de vida poderiam ser absolutamente diferentes da nossa, com seres estranhos, gelatinosos, gosmentos, cheios de braços, pernas e bocas enormes, detentores de uma tecnologia que nos faria morrer de inveja. Mas estariam tão distantes que uma eventual tripulação não conseguiria chegar ao seu destino.
Observadores acreditam que o planeta Marte teria originado a vida na terra, pois, num passado distante, lá teriam existido mares, rios, vegetação e vida pluricelular, mas, por conta de alguma grande catástrofe, teria perdido sua atmosfera, provocando um total extermínio das formas de vida, sem deixar provas orgânicas após passados bilhões de anos.
Alguns palpiteiros defendem a ideia da existência de “portais” e “buracos de minhoca”, que permitiriam o acesso a outras galáxias ou dimensões, até então incompatíveis com os métodos tradicionais de propulsão de aeronaves. Há os que acreditam que essas aparições seriam viajantes do tempo, vindos do nosso próprio planeta, ou demônios que surgem, vez ou outra, para nos confundir e causar o terror.
De qualquer maneira, enviar sinais para o universo seria uma burrice, pois vai que esses seres estejam interessados em garantir o suprimento de proteínas para sua população faminta e descobrem que nossas carnes ficam deliciosas como churrasco ou carpaccio. Não dá para arriscar.
Michel Salomão