O SAPO NÃO LAVA O PÉ?

Não existe música mais mentirosa do que aquela que diz que “o sapo não lava o pé, não lava porque não quer, ele mora na lagoa, não lava o pé porque não quer”. Para piorar a situação, o autor da letra comete um erro terrível, que enganosamente costumam chamar “liberdade poética”, ao usar, por duas vezes, o termo “qué”, para rimar com “pé”.

É uma verdadeira campanha de difamação ao batráquio, pois é claro que ele lava os pés dezenas, talvez centenas de vezes ao dia, considerando que os mantém constantemente dentro da água, sem precisar usar sabão, pois sua pele apresenta uma proteção viscosa que dispensa o uso do produto industrial.

Na verdade, a intenção do autor não é outra senão “brincar” com a substituição da vogal “e” pelas demais, até chegar à letra “u”, quando as inocentes criancinhas cantam “u supu num luvu u pu…” até terminar em uma palavra chula.

Artifício semelhante foi utilizado pela Xuxa, que cantava músicas aparentemente estúpidas e sem sentido, mas quando rodadas ao contrário no disco de vinil revelava maldições indescritíveis.

Teve ainda o caso da música da dona baratinha, que estudiosos em ocultismo garantem que utilizava uma melodia satânica, e as crianças que a escutavam acabavam matando os seus pais quando se tornavam adultas. É possível que a Suzane Von Richthofen tenha escutado essa música em sua infância.

Por isso é preciso ficar atentos com as músicas que os seus filhos escutam. Como diz o ditado, “bobeou, o cachimbo cai”.

Michel Salomão

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Categorias

Mais destaques

Posts relacionados