HOMEM MACHO

Juliano Cazarré, tem cara de macho, jeito de macho, voz de macho. Qual o problema de falar que é macho? Na natureza existe macho e fêmea e cada qual exerce o seu papel. Homem precisa parir? Não precisa: a mulher já foi feita para isso. Em caso de um assalto, a mulher é que vai se atracar com o bandido? Não: é o homem. Ele é naturalmente mais forte, tem o poder de “explosão”, com os hormônios sempre em ponto de ebulição para enfrentar os perigos.

Cazarré está sendo criticado, cancelado, perseguido, acusado, correndo o risco de ser processado e preso, porque elaborou um curso, um retiro de três dias para homens que precisam ser “reprogramados” para serem homens. Homens bons, honestos, provedores, de caráter, com valores religiosos, características que grande parte dos atuais “portadores de pipiu” se recusam a ser.

Ser homem não significa ser agressor de mulheres. Homem que é homem cuida, protege, ama, dá a sua vida pela mulher. E pelos filhos.

O curso seria o oposto do que o seriado “Machos Alfa” (Netlfix) comicamente propõe acerca da “desconstrução” masculina, o que pode parecer apenas uma sátira, mas, na realidade, é o que a sociedade tem feito com os homens, tornando-os culpados por serem homens, como fez o ator(?) Fiuk, filho do cantor Fábio Júnior, em sua participação no reality show “Big Brother Brasil”, quando chorou como uma franga, se desculpando por ter nascido com aquele atributo entre as pernas.

Juliano está recebendo o apoio da ala conservadora da sociedade, formada por homens e mulheres que lutam para resgatar os valores quase destruídos pelos progressistas, que se divertem com a troca de papéis sexuais em uma sociedade em franco declínio.

Michel Salomão

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